Pelo palco os meu textos no chão, falas em vão... falas em vão...
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domingo, 5 de junho de 2011
Skap
Quando você fala BALA no meu velho oeste Quando você dança lança flecha, estilingue Quando você olha molha meu olho que não crê Quando você pousa mariposa morna, lisa O sangue encharca a camisa
Você me faz parecer menos só Menos sozinho Você me faz parecer menos pó Menos pozinho
Quando você diz, o que ninguém diz Quando você quer, o que ninguém quis Quando você ousa lousa pra que eu possa ser giz Quando você arde, alardeia sua teia cheia de ardis Quando você faz a minha carne triste, quase feliz.
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